Cirurgia oral

Cirurgia oral em Curitiba

Extrações e pequenas cirurgias da boca, com planejamento por exames, anestesia local e orientação clara no pós-operatório.

Por equipe da Murakami Odontologia · Responsável técnico: Dr. Guilherme Cucatti Murakami · CRO-PR 24457 · Centro de Curitiba

Resposta rápida

A cirurgia oral reúne procedimentos cirúrgicos feitos na boca, em geral com anestesia local, como a extração de dentes, a remoção de sisos inclusos e de raízes residuais. A necessidade, o momento e a técnica são definidos depois do exame clínico e dos exames de imagem.

O que é a cirurgia oral

Cirurgia oral é a área da odontologia que trata, por meio de pequenas cirurgias, dentes que não podem ser preservados, dentes que não conseguiram nascer, lesões e alterações dos tecidos da boca. Muitos procedimentos são rápidos e feitos no consultório, com anestesia local.

Sempre que possível, a equipe procura preservar o dente natural. Quando a extração é necessária, o planejamento com radiografias ou tomografia ajuda a escolher a técnica mais segura e a pensar no que vem depois, como a reposição do dente por prótese ou implante.

Principais procedimentos

Esta lista reúne as principais cirurgias orais menores. A indicação de cada uma depende da avaliação individual.

Extração dentária simples

É indicada, por exemplo, em dentes com cárie muito extensa, fratura sem possibilidade de reconstrução ou doença avançada da gengiva e do osso.

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Extração de terceiros molares (sisos)

O siso incluso é o que não consegue nascer por completo e fica parcial ou totalmente dentro da gengiva ou do osso. Sua remoção pode exigir um pequeno corte na gengiva, a remoção de uma parte do osso e, às vezes, a divisão do dente em partes. É indicada quando há dor, infecção, cárie ou dano ao dente vizinho.

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Remoção de raiz residual

A raiz residual é o resto de um dente que se quebrou ou foi destruído pela cárie e ficou na gengiva. Pode causar infecção e atrapalhar a colocação de próteses, por isso a avaliação é importante.

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Dentes retidos e dentes extras

Remoção de dentes que ficaram retidos no osso, como caninos, e de dentes extras (supranumerários), a partir do planejamento com tomografia, quando necessário.

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Preservação do alvéolo

Após a extração, pode-se colocar material de preenchimento no espaço deixado pelo dente para ajudar a manter o volume do osso, principalmente quando se planeja um implante depois.

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Frenectomia

Pequena cirurgia para ajustar o freio do lábio ou da língua, quando ele limita movimentos, causa espaço entre os dentes ou interfere na gengiva.

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Biópsia e remoção de pequenas lesões

Retirada de uma amostra ou de toda a lesão para análise em laboratório, quando há uma ferida que não cicatriza, um nódulo ou outra alteração na boca.

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Cirurgias para preparar prótese ou implante

Regularização do osso, correção de pequenas alterações da gengiva e outros ajustes que criam melhores condições para o uso de próteses e implantes.

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Para quem é indicado

  • ✓Dor, inchaço ou infecção ao redor de um siso
  • ✓Dente com cárie extensa ou fratura sem possibilidade de reconstrução
  • ✓Resto de raiz na gengiva
  • ✓Dentes retidos ou dentes extras
  • ✓Preparo da boca para prótese, implante ou tratamento ortodôntico
  • ✓Ferida ou nódulo na boca que não desaparece e precisa de análise

Como funciona, passo a passo

  1. Avaliação e examesConversa sobre saúde geral e uso de medicamentos, exame clínico e radiografias ou tomografia para avaliar o dente, o osso e estruturas próximas.
  2. PlanejamentoDefinição da técnica, da anestesia e dos cuidados necessários, e explicação do pós-operatório.
  3. Anestesia localA região é anestesiada para que o procedimento seja feito com conforto. Em casos selecionados, pode-se associar sedação.
  4. ProcedimentoRemoção do dente ou realização da cirurgia, com limpeza da região e pontos quando necessário.
  5. Pós-operatório e retornoOrientações de cuidado em casa, medicações quando indicadas e retorno para avaliar a cicatrização e remover os pontos.

Cuidados e pontos de atenção

  • !Doenças como diabetes e pressão alta precisam estar controladas
  • !Uso de anticoagulantes ou outros medicamentos deve ser informado antes
  • !Histórico de radioterapia na cabeça e no pescoço ou uso de determinados medicamentos para os ossos exige cuidado especial
  • !Gestação: o momento do procedimento é avaliado caso a caso
  • !Infecção aguda pode exigir tratamento antes da cirurgia

Dor, inchaço, pequeno sangramento e dificuldade para abrir a boca nos primeiros dias são esperados. Alveolite (inflamação do local da extração), infecção e alteração temporária da sensibilidade do lábio ou da língua podem ocorrer, ainda que com pouca frequência. Seguir as orientações de pós-operatório ajuda na cicatrização.

Perguntas frequentes

Extrair um dente dói?

O procedimento é feito com anestesia local, por isso não se sente dor durante a cirurgia. Depois que a anestesia passa, pode haver desconforto, que costuma ser controlado com as medicações orientadas pela equipe.

Preciso tirar o siso?

Nem sempre. O siso com dor, infecção, cárie ou que prejudica o dente vizinho costuma ter indicação de remoção. Quando não há sintomas nem doença, a evidência não define se deve ser removido ou mantido, e a decisão é feita junto com o paciente, com acompanhamento regular se for mantido [1].

O que é gengiva inflamada em volta do siso (pericoronarite)?

É a inflamação ou infecção da gengiva ao redor de um dente que nasceu só em parte, mais comum no siso de baixo. Pode causar dor, inchaço, mau gosto na boca e dificuldade para abrir a boca. O tratamento começa com a limpeza da região e, quando o problema volta ou é intenso, a remoção do dente pode ser indicada. Inchaço no rosto ou febre exigem avaliação urgente.

Preciso tomar antibiótico para extrair o siso?

Em pessoas saudáveis, o uso rotineiro de antibiótico antes ou depois da extração do siso não trouxe benefício clínico relevante [2]. A prescrição de qualquer medicamento é definida pelo dentista, conforme cada caso.

Quanto tempo leva a recuperação?

Depende do procedimento e de cada pessoa. Inchaço e desconforto costumam ser maiores nos primeiros dias e diminuir ao longo da primeira semana. A equipe orienta o que esperar em cada caso.

O que fazer depois de uma extração?

Em geral, orienta-se evitar bochechos fortes, cuspir com força, fumar e usar canudo nas primeiras horas, manter alimentação fria ou morna e macia e usar compressa fria no rosto. Siga as orientações recebidas e procure a clínica se houver dor forte, sangramento que não para ou febre.

O que é resto de raiz (raiz residual) e precisa ser removido?

É o resto de um dente que se quebrou ou foi destruído pela cárie e permaneceu na gengiva. Pode causar infecção e atrapalhar o uso de prótese. A necessidade de remoção é avaliada com exame clínico e radiografia.

Posso colocar um implante logo depois da extração?

Em alguns casos selecionados, sim. Depende da quantidade de osso, da presença de infecção e da estabilidade do local. A avaliação com exames define o melhor momento.

Quanto custa uma cirurgia oral?

O valor depende do procedimento, da complexidade e dos exames necessários. As informações de investimento são passadas no atendimento, pelo WhatsApp ou na consulta.

Quem realiza

Murakami Odontologia

Equipe de cirurgiões-dentistas da clínica
Responsável técnico: Dr. Guilherme Cucatti Murakami · CRO-PR 24457

Conhecer a equipe →

Murakami Odontologia · Edifício Universe Life Square Office, Rua Visconde do Rio Branco, 1488, Sala 1311, Centro, Curitiba – PR, CEP 80420-210.

Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.

Estacionamento: Auto Park (não conveniado), com acesso pela Rua Vicente Machado, 251. Ver a clínica no Google

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Referências

  1. Ghaeminia H, Nienhuijs MEL, Toedtling V, et al. Surgical removal versus retention for the management of asymptomatic disease-free impacted wisdom teeth. Cochrane Database Syst Rev. 2020;5(5):CD003879. doi:10.1002/14651858.CD003879.pub5 (PubMed 32368796)
  2. Andrade SA, Reis MF, Pestana ACNR, Lund B. Third-molar extraction: do antibiotics really prevent postoperative infection? Evid Based Dent. 2026. doi:10.1038/s41432-026-01266-4 (PubMed 42827102)

Veja também

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